Para Llansol

Vou amanhecer na hora das cebolas, nas camadas da pequena Teresa.
Chegar onde a água inunda.
E deitar sob os pés de alface daquela velha casa. A senhora, nas saias longas, me segue pelas cortinas. 
Seus olhos me pediam para enfiar o filho de volta à terra
e curar o corpo na ferida da sala
Ela, galho forte nascido na estrada,
eu, pequena folha que se levanta no rastro animal
Aceito voltar à margem. Se nos plantarmos,
terrenos e territórios,
haverá o litoral.

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