Depois da folia da poesia, cujas postagens terminaram por se estender até o fim da semana do carnaval, passamos a postar, diariamente, os textos apresentados na UFMG, em outubro de 2011, durante “A cura da literatura: breve encontro intenso da psicanálise com o texto de Maria Gabriela Llansol”.

            Assim, deslizamos da loucura – a folia, a folie — para a cura. Com esse deslizamento, queremos propor não só que a loucura e a cura se tangenciam, mas também que é possível, por uma queda de letras, enxugar a loucura até o ponto de cura.

            Atentemos, então, para o fato de que, ao rolarem do próprio nome, as letras caídas promovem uma precipitação de sentido. E, nessa precipitação, a cura já não pode ser pensada, nem como estabilização, nem como bem-estar, mas tão somente como essa estranha saúde da qual a obra de alguns escritores – e aqui situamos o texto de Maria Gabriela Llansol – fornece precioso testemunho.

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