Arquivo do mês: março 2012

Por que amo Llansol

Declaração de amor                                                                                               Por Lucia Castello Branco Começo por declarar, publicamente, o que venho declarando há exatos vinte anos: amo Maria Gabriela Llansol. E aqui, parafraseando Alain Robbe-Grillet, devo indagar: o que entendo por Llansol, na frase “amo Maria … Continuar lendo

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Por que amo Llansol

A partir de amanhã, o blog abre-se a uma série de depoimentos, a serem postados, semanalmente, sobre o tema “por que amo Llansol”. Tendo como inspiração o livro Por que amo Barthes, de Alain Robbe-Grillet, e entendendo, com o próprio … Continuar lendo

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O irredutível e o incurável

Leila Mariné da Cunha Guimarães (Mesa-redonda de encerramento “A literatura e o incurável”)               Encontro meu fio no início do texto de Lúcia e Maria, com Barthes: a resistência e o irredutível. Esse irredutível da … Continuar lendo

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A Literatura e o incurável

Lucia Castello Branco e Maria Antunes (Mesa-redonda de encerramento “A Literatura e o incurável”)             Na Aula Inaugural que Roland Barthes profere no Collège de France, em 1977, ele termina por afirmar, após a elaboração cuidadosa … Continuar lendo

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“UM EU É POUCO PARA O QUE ESTÁ EM CAUSA”

paulo de andrade[1] (Mesa-redonda “A cura da poesia) Fazendo ecoar um grito súbito – “Poema, que me vens acompanhar, por que me abandonaste?” (LLANSOL, 2000, p.13) –, gostaria que toda a minha fala, hoje, aqui, pudesse se resumir a uma única … Continuar lendo

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Maria Gabriela Llansol, a morte do cão e sua ressurreição

Sérgio Antônio Silva * (Mesa-redonda “A cura da poesia”) era um vez um animal chamado escrita, que devíamos, obrigatoriamente, encontrar no caminho; dir-se-ia, em primeiro, a matriz de todos os animais; em segundo, a matriz de plantas e, em terceiro, a … Continuar lendo

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O RE-EXISTIR POÉTICO DA LEGÊNCIA

Fernanda Gontijo de Araújo Abreu (Mesa-redonda “A cura da poesia”)   se bem que os alísios e os lagos não se elevem acima do grande plátano  – a  árvore fica presa. Contudo, seus reflexos caminham sobre as águas, e é … Continuar lendo

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