Por que amo Llansol

A partir de amanhã, o blog abre-se a uma série de depoimentos, a serem postados, semanalmente, sobre o tema “por que amo Llansol”.

Tendo como inspiração o livro Por que amo Barthes, de Alain Robbe-Grillet, e entendendo, com o próprio Barthes, que “malogramos sempre ao falar do que amamos”, a série de depoimentos que agora se abre tem como operador o “fracasso”, ou, mais propriamente, o “amor em fracasso”.

Tomado como uma estrutura em abismo (mise-en-abîme), o “amor em fracasso” não se confunde com o “fracasso do amor”, mas propõe, antes, que o amor pode operar como uma forma de saber (o “saber em fracasso”, como formula  Lacan), que se relaciona à expansão e à abertura.

Afinal, como propõe Llansol com sua formulação acerca do “amor ímpar”, ” a melhor forma de amor e aquela que se abre para fora de si mesma”.

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