Arquivos do Mal Errante

A série que hoje se inicia – e que não pretende encerrar, ainda, a série “Conversas com Llansol”, já que a conversa é sempre infinita –  quer tão somente trazer uma certa leveza – a leveza de Levana – para o que tem sido, no último ano, a nossa tarefa de legentes de Llansol: elevar, à altura da dignidade desse texto, o burburinho que se criou à sua volta.

A essa leitura – que aqui se propõe como um mosaico de citações, de imagens e de memórias arquivadas pelo mal errante – alguns chamarão de descontextualizada, outros simplesmente de equivocada. Quanto a nós, decidimos chamá-la tão somente antropofágica.  “Só a antropofagia nos une” – já escrevia, em 1928, Oswald de Andrade.

Anúncios
Esse post foi publicado em Uncategorized. Bookmark o link permanente.

Uma resposta para Arquivos do Mal Errante

  1. Lucia Castello Branco disse:

    Senhora V., devo chamá-la assim, por imenso respeito pela nobreza e pela beleza de um texto que, talvez, seja ilegível à douta obviedade. Ainda assim, por se tratar de um texto ardente, quem sabe arranhará de leve o coração de quem não tem angústia? Como no sonho de Oswald de Andrade, desejemos que a massa dos que assinam embaixo venha a comer, um dia, do biscoito fino que tu fabricas.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s