Conversas com Llansol

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Casa de Elizabeth Bishop. Foto: Frederico Amoz.

No dia 3 de março de 2014, seis anos após tua morte, estivemos na casa em que a poeta Elizabeth Bishop viveu, em Ouro Preto. Ali estivemos, Gabriela, a ler o teu texto, este texto que agora damos a ler na voz de Cinara de Araújo.

A pergunta, ainda hoje, é aquela que um dia o teu texto nos legou: “Aonde vais, Drama-Poesia”? E a resposta que hoje nos orienta é aquela escrita no texto do sonho, no sonho de que temos a linguagem: “Quando ela morrer não batam latas. Ela não quer ir de burro depreciativo como Sá-Carneiro. Quer ir num Pégaso solar, seu companheiro indefectível”.

Não batemos lata em torno da tua morte, Gabriela. Apenas escutamos o som do riacho, na janela de Bishop, buscando ali, naquele fio de água, a foz vertical do teu texto.

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