Esta é minha carta ao mundo

casascrever           Cas’a’screver em tarde de festa — foto de Lucia Castello Branco — julho de 2016

Em “Na margem do desaparecimento”, ensaio  de Silvina Rodrigues Lopes sobre o estatuto das cartas no campo dos gêneros literários, lemos que as cartas “são um testemunho inultrapassável do estado de solidão do criador e da insuportabilidade a que essa exigência absoluta conduz. É aí que a escrita da carta e a amizade se fazem coincidentes.”

Damos a ler, assim, a carta de Llansol a Lucia Castello Branco, datada de 7 de fevereiro de 2006, em que, “na frontalidade do afeto”, Llansol resiste à proposta do colóquio que se organizava, na ocasião, em torno de seu texto. É preciso lê-la devagar. E pensar que à cura, no registro da ‘troca verdadeira’, a textualidade llansoliana nunca resistiu.

Como epígrafe a esta carta, apomos, então, o trecho que foi norteador do colóquio “A cura da literatura”, realizado em 2011, na Faculdade de Letras da UFMG, em torno da obra da autora. A epígrafe, escrita na letra de Llansol, foi extraída, evidentemente, de outra de suas cartas à mesma legente: “Cura e texto trocando-se, que mais poderíamos desejar?”

Leia, aqui, na íntegra, a carta da “frontalidade do afeto”: cura1

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