Sombreimpressões

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Iniciamos, hoje, uma nova série, que recebe o título inspirado em Maria Gabriela Llansol. A sobreimpressão, que Llansol localiza tão claramente como uma experiência entre as línguas, mas também e sobretudo entre os tempos e entre os espaços, pode ser pensada como um singular exercício de aproximação: aquele em que a literatura secreta o que há de mais íntimo nos corpos, permitindo com que o corpo do autor venha a tocar, numa espécie de futuro do pretérito, o corpo do legente. É o que nos trazem estas imagens de Cinara de Araújo, em sua residência artística, neste mês de janeiro,  na Casa do Sol, onde viveu Hilda Hilst e onde foram viver Llansol, Duras, Holderlin e todos os escritores que, aproximados de um corpo legente, aproximam-se agora de um corp’a’screver, ternamente envolvidos por lençóis do tempo. Leia, aqui, o texto de Cinara de Araújo:

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