Encontro inesperado do diverso

Deolinda

Nesta semana em que se celebrou, no dia 18, a luta antimanicomial (enquanto o país se transformava na grande casa verde do conto “O Alienista”, de Machado de Assis), um encontro breve e intenso de grupos de trabalhadores e usuários dos Serviços da Saúde Mental da Prefeitura de Belo Horizonte  teve lugar no “café controverso” do Espaço do Conhecimento da UFMG.

Postamos aqui as palavras de Lucia Castello Branco que,  convidada ao debate, apresentou o texto  que se segue, de Marguerite Duras. Em verdadeira “prática da letra”– como Llansol, em sua prática nos ateliês da “École La Maison”, na Bélgica –, Duras soube acolher e dignificar o texto produzido por Barbara Mollinard, em seu sofrimento.

Celebramos, neste encontro inesperado do diverso, a resistência de um “nicho frágil de escrita comum”, herança maior da textualidade Llansol.

Texto de Lucia Castello Branco  seguido de Texto de Marguerite Duras.

nicho frágil de escrita comum — foto de Lucia C Branco

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