O encontro inesperado do diverso

Foto Camila Morais

Há algumas semanas, encerramos, na Cas’a’screver, o curso livre oferecido por Jonas Samudio, intitulado “Escrita e ressurreição”. Antes mesmo que o curso terminasse, e antes que o texto abaixo se escrevesse, deu-se mais um encontro inesperado do diverso, em torno da textualidade llansoliana. Desta vez, o encontro de Jonas Samudio com o padre José Tolentino Mendonça, amigo de Llansol e responsável por suas exéquias.

Alguns anos antes, um outro encontro dessa mesma ordem se dera, depois da morte de Maria Gabriela Llansol: através de um filme, encartado num livro, chegou às mãos de Maria Antunes, aluna de Llansol, uma fatia de seu passado. E, para nossa surpresa e alegria, constatamos, então, o que Gabriela já acenara, em um de seus livros: que as figuras provêm do futuro, de seu futuro autobiográfico.

É, pois, celebrando esses encontros — que atestam a força da escrita como ressurreição e a afirmação do que Llansol nomearia “o vivo” — que postamos o texto de Jonas Samudio, ao lado do belo registro de seu curso livre, onde se lêem, no caderno aberto, as palavras “leitura” e “compaixão”. 

Leia, com paixão, o texto de Jonas Samudio, em que Eufêmea escreve:           diz eufêmea que escreve (1)

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