Notas de leitura

O livro e a noite — foto de Lucia Castello Branco

Hilda Hilst — Foto de Lucia Castello Branco

O livro e a noite. Assim talvez pudéssemos reunir, aqui, estas notas de leitura de Lucia Castello Branco, em sua releitura dos poemas de Hilda Hilst, a partir de Maria Gabriela Llansol, para quem “estar no amor, permanecer no amor, não pode deixar de ser fulgor deserto”. 

Assim, reler o amor em Hilda Hilst — a única escritora brasileira de quem Maria Gabriela Llansol aceitou ser aproximada, em 1992 –, é também passar pelo deserto em Duras (outra escritora com quem Llansol admitia ter certa aproximação), e esta verdade: “Moi, je crie vers le déserts, surtout dans la direction des déserts”. 

Entre o deserto de Llansol, o de Hilda e o de Duras, a travessia da noite — ou da metanoite, como Llansol a chamou –, na tentativa de escrever o amor, em sua radicalidade de fulgor deserto. Entre o grito e a escrita, esta passagem.

Notas e foto de Lucia Castello Branco

Duras no livro de Hilda Hilst, em seu Moderato Cantabile

No poema de Hilda, um encontro inesperado com Llansol

“Quem me chama?” — Notas e foto de Lucia Castello Branco

“Da noite, esta passagem” — Nota  foto de Lucia Castello Branco

 

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