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A luta cotidiana pelo fulgor: pelos olhos e pela palavra

A árvore de Alone I  — Foto de Alone Oliveira Gomes   Esta, que já tem nome de árvore dos olivais, e que traz no devir de seu nome a solitude, é também a que reúne galhos, tronco e ramos … Continuar lendo

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A luta cotidiana pelo fulgor: pelos olhos e pela palavra

A árvore de Lia  — Foto de Lia Cunha   Antes que o momento de Hölderlin se apresentasse nas leituras de Janaína de Paula e Cristina Fernandes, em uma breve intervenção naquela mesa de um congresso, alguém já havia dito … Continuar lendo

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A luta cotidiana pelo fulgor: pelos olhos e pela palavra

A árvore de Cristina — Foto de Luzia Santana   “Leio alto para as plantas” — escreveu Llansol, em Amar um cão, outro precioso livro-carta. “Leio alto para as plantas, avisando-as de que, segundo Hippon, as sementes subtis produzem fêmeas e … Continuar lendo

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A luta cotidiana pelo fulgor: pelos olhos e pela palavra

A árvore de Joanne — Foto de Joanne Silva Nascimento   Na dicção de um corpo e de uma paisagem falando-se, dicção que incorpora o “dom poético” e a “fulgorização”, Maria Gabriela Llansol escreverá o seu Holderlin. Introduzido por um … Continuar lendo

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A luta cotidiana pelo fulgor: pelos olhos e pela palavra

A árvore de Ayanne — Foto de Ayanne Sobral   Estamos em 1779 e o menino Holderlin, ainda não louco e não poeta,  já perdera o pai e o padrasto, mas ainda não perdera aquela que, mais tarde, seria descrita … Continuar lendo

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A luta cotidiana pelo fulgor: pelos olhos e pela palavra

A árvore de Holderlin — Carvalhos (South Carolina)   Ele caminha às margens do rio Neckar, em Lauffen, onde viera num dia 20 de março a nascer. Ele caminha em direção ao rio e brinca com as pedras ali, à … Continuar lendo

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A luta cotidiana pelo fulgor: pelos olhos e pela palavra

Uma flor branca para compor um ramo lilás — Foto de Paulo de Andrade   Foi assim, com sua flor branca e sua árvore, que ele chegou:  o seu Manacá de Cheiro. “Qual é o princípio do nosso encontro?”– Llansol … Continuar lendo

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